Divulgação em Portugal |
|||
Em parceira com a Universidade Holística da Paz -UNIPAZ e o Colégio Internacional dos Terapeutas - CIT, Roberto Crema - psicólogo e antropólogo do Colégio Internacional dos Terapeutas - CIT, analista transacional didata, criador do enfoque da síntese transacional, consultor em abordagem transdisciplinar holística e ecologia do Ser, irá conduzir a formação em Síntese Transacional, em Lisboa, que compreende 15 seminários de 2 dias (ao fim de semana),sendo oito seminários durante o ano de 2009 e sete durante o ano de 2010, em datas a anunciar. Informações com Ângela Azevedo: 351. 962850580 e umaecologiadoser@gmail.com Roberto Crema foi o coordenador geral do I Congresso Holístico Internacional (1987) e implementador da Formação Holística de Base, no Brasil (1989). Membro honorário da Associação Luso-Brasileira de Transpessoal - ALUBRAT, Fellowship da Findhorn Foundation - Escócia, coordenador do CIT - Brasil, vice-reitor da REDE UNIPAZ. Autor de diversos livros. | |||
| |||
| Podemos Ver Sempre Melhor – Revista XIS – Maria José Costa Felix |
Não é só quem tem problemas graves de visão que ganha em melhorá-la. E os
benefícios não se limitam à possibilidade de largar os óculos. Passamos a ver a vida com outros olhos.
Da saúde dos nossos olhos depende não apenas a maior ou menor nitidez com que,
através desse órgão dos sentidos, nos apercebemos da realidade que nos cerca, mas toda
a nossa qualidade de vida.
Qualquer desequilíbrio a esse nível pode, no caso das crianças, atrasar-lhes
o desenvolvimento.
No dos adultos, dificultar-lhes muitas vezes o acesso a um determinado emprego. Nas pessoas de idade,
diminuir-lhes a mobilidade e, portanto, a independência. Ou seja, o bem-estar global. E são precisamente
estas últimas aquelas que, com mais frequência, sofrem dos olhos, ao mesmo tempo que de outros
problemas de saúde e integração social associados à sua idade.
Olhos postos no futuro
Dizem estatísticas feitas nos E.U.A. que há em todo o mundo 135 milhões de pessoas com problemas nos olhos.
E que, com o crescente aumento do envelhecimento da população mundial, as expectativas são de que, nos
próximos 50 anos, o número aumentará drasticamente. Acontece que só uma pequena percentagem dessas pessoas
sofre de cegueira total ou parcial. O que significa que a maioria vê alguma coisa. E que, através de um tratamento
adequado, a sua visão poderá ser reabilitada. No entanto, a única solução que em geral, nos é apresentada consiste
no uso de óculos, lentes de contacto ou o recurso à cirurgia.
“Do meu vasto contacto com pessoas de todas as idades, tenho observado que, entre o número crescente daquelas
que têm problemas de visão, são muito poucas as que estão conscientes da sua gravidade”, conta Sylvia Lakeland,
bióloga e terapeuta especialista no método de auto-cura de Meir Schneider, já muito conhecida em Portugal.
“Não se apercebem de como eles as limitam, não sabem explicar o que os terá provocado e, muito menos, que
podem ser prevenidos e tratados. A quase totalidade não reconhece que tem uma visão abaixo da normal. Ignora
que essa anomalia pode ser tratada através de programas de reabilitação e, melhor ainda, evitada, desde que haja uma
prevenção adequada.” Sabemos que as principais patologias de alto risco - que podem levar à cegueira - são as cataratas,
o glaucoma , a retinopatia diabética e a degeneração macular. Há, no entanto, pessoas de todas as idades que sofrem
de reduzida acuidade visual, perda do campo de visão – central ou periférica -, perda de contraste, fotofobia, visão distorcida…
E, para aqueles que têm qualquer desequilíbrio a nível dos olhos - por pequeno que seja mas que, de alguma forma,
lhes dificulte o desempenho das actividades quotidiana -, é importante saber que há muita coisa a ser feita.
“Tenho tido resultados muito interessantes ao adoptar uma abordagem inter-disciplinar em que integro a oftalmologia
especializada (tratamentos, recursos ópticos, não ópticos e electrónicos) e as terapias naturais de aperfeiçoamento da visão
pelo método de auto-cura e desenvolvimento cujo objectivo é procurar o bem-estar global de cada pessoa”, afirma
Sylvia Lakeland.
Aproveitar ao máximo a visão
“Melhoramos a visão através de um trabalho integrado de reabilitação, em que profissionais de várias áreas põem em comum
as suas experiências e trocam informações”, acrescenta a terapeuta. Trata-se de “um programa de tratamento holístico, cujos
resultados são controlados durante todo o período do programa e cujo objectivo é permitir aos doentes aprenderem a usar
da forma mais eficaz a visão que lhes resta.” Sylvia Lakeland estará novamente no nosso país de 3 a 15 de Novembro,
para continuar os trabalhos que aqui tem desenvolvido. Os resultados foram “surpreendentes”, dizem algumas das pessoas
que a consultaram e aprenderam exercícios muito simples que ela ensina - não só no Brasil, onde mora, mas noutros lugares
do mundo.
E ainda:
Quer ter melhor qualidade de vida?
Sylvia Lakeland chegará a Lisboa vinda directamente do 20º Congresso internacional
de visão holística, a decorrer esta semana em Itália e onde apresentou uma comunicação. Quem estiver interessado
em marcar alguma consulta e/ou inscrever-se no workshop que irá realizar no dia 12 de Novembro no seminário da
Torre d´Aguilha em Carcavelos (atrás da Brisa), poderá fazê-lo pelo telefone 21 388 58 99 (Rita Jardim ou Manuela).
E convém não deixar para a última da hora… Da última vez que ela cá esteve, foram muitas as pessoas que já não
puderam ser atendidas.

Março, 2005
Maria José Costa Felix, jornalista e astróloga, há mais de vinte anos, autora dos livros Mais e Melhor e
Bem Estar Interior,é colaboradora da Revista Xis, do Jornal Público (Portugal).
Foi publicada a seguinte matéria sobre Visão:
Para imprimir a matéria completa clique aqui
|