Divulgação em Portugal
Síntese Transacional Uma Ecologia do Ser Quinta força em Terapia Lisboa 2009 / 2010

Uma unidade de encontro é como um poema que se desenvolve ao som, ritmo e compasso da sinergia. Há sempre beleza e encantamento quando abrimos espaço para o universo amplo do encontro humano.” Roberto Crema.

Em parceira com a Universidade Holística da Paz -UNIPAZ e o Colégio Internacional dos Terapeutas - CIT, Roberto Crema - psicólogo e antropólogo do Colégio Internacional dos Terapeutas - CIT, analista transacional didata, criador do enfoque da síntese transacional, consultor em abordagem transdisciplinar holística e ecologia do Ser, irá conduzir a formação em Síntese Transacional, em Lisboa, que compreende 15 seminários de 2 dias (ao fim de semana),sendo oito seminários durante o ano de 2009 e sete durante o ano de 2010, em datas a anunciar. Informações com Ângela Azevedo: 351. 962850580 e umaecologiadoser@gmail.com

Roberto Crema foi o coordenador geral do I Congresso Holístico Internacional (1987) e implementador da Formação Holística de Base, no Brasil (1989). Membro honorário da Associação Luso-Brasileira de Transpessoal - ALUBRAT, Fellowship da Findhorn Foundation - Escócia, coordenador do CIT - Brasil, vice-reitor da REDE UNIPAZ. Autor de diversos livros.


Para facilitar um processo formativo de agentes de saúde integral, nas áreas clínica, social e ambiental

Síntese Transacional e Ecologia do Ser é uma abordagem que faz a aliança entre a perspectiva pessoal e a transpessoal. Sustenta-se numa antropologia, numa metodologia e numa cartografia sustentadas na abordagem transdisciplinar holística. É um enfoque centrado na perspectiva evolutiva e no encontro, como agente básico da transformação. Assume uma dimensão iniciática, no estilo alexandrino, segundo Jean-Yves Leloup, no contexto da Quinta Força em Terapia. Nessa visão, o ser humano é considerado um composto existencial, perpassado pela chama da Essência.






Necessitamos de agentes de saúde e facilitadores do processo de bem-estar

A crise global de falta de visão e de escuta que testemunhamos é traduzida pela fragmentação, desequilíbrio, exclusão, violência e depredação dos ecossistemas, entre outros sintomas expressos no nosso corpo individual, social e ambiental. Necessitamos de agentes de saúde, facilitadores do processo de bem-estar psicossomático, social, ambiental e espiritual, segundo a definição da Organização Mundial de Saúde. Para os interessados no processo de conhecimento e desenvolvimento humano, segundo as categorias do CIT:
Área Clínica - psicólogos, psiquiatras, médicos, enfermeiros, entre outros;
Área Social - profissionais que cuidam do corpo social como assistentes sociais, educadores, consultores organizacionais, empresários, administradores, políticos, cientistas sociais, sacerdotes, artistas, entre outros;
Área Ambiental - para aqueles que cuidam do corpo da natureza: ecólogos, engenheiros florestais, arquitetos, biólogos, entre outros.


    
Podemos Ver Sempre Melhor – Revista XIS – Maria José Costa Felix

Não é só quem tem problemas graves de visão que ganha em melhorá-la. E os
benefícios não se limitam à possibilidade de largar os óculos. Passamos a ver a vida com outros olhos.

Da saúde dos nossos olhos depende não apenas a maior ou menor nitidez com que,
através desse órgão dos sentidos, nos apercebemos da realidade que nos cerca, mas toda
a nossa qualidade de vida.
Qualquer desequilíbrio a esse nível pode, no caso das crianças, atrasar-lhes o desenvolvimento.
No dos adultos, dificultar-lhes muitas vezes o acesso a um determinado emprego. Nas pessoas de idade,
diminuir-lhes a mobilidade e, portanto, a independência. Ou seja, o bem-estar global. E são precisamente
estas últimas aquelas que, com mais frequência, sofrem dos olhos, ao mesmo tempo que de outros
problemas de saúde e integração social associados à sua idade.

Olhos postos no futuro


Dizem estatísticas feitas nos E.U.A. que há em todo o mundo 135 milhões de pessoas com problemas nos olhos.
E que, com o crescente aumento do envelhecimento da população mundial, as expectativas são de que, nos
próximos 50 anos, o número aumentará drasticamente. Acontece que só uma pequena percentagem dessas pessoas
sofre de cegueira total ou parcial. O que significa que a maioria vê alguma coisa. E que, através de um tratamento
adequado, a sua visão poderá ser reabilitada. No entanto, a única solução que em geral, nos é apresentada consiste
no uso de óculos, lentes de contacto ou o recurso à cirurgia.

“Do meu vasto contacto com pessoas de todas as idades, tenho observado que, entre o número crescente daquelas
que têm problemas de visão, são muito poucas as que estão conscientes da sua gravidade”, conta Sylvia Lakeland,
bióloga e terapeuta especialista no método de auto-cura de Meir Schneider, já muito conhecida em Portugal.
“Não se apercebem de como eles as limitam, não sabem explicar o que os terá provocado e, muito menos, que
podem ser prevenidos e tratados. A quase totalidade não reconhece que tem uma visão abaixo da normal. Ignora
que essa anomalia pode ser tratada através de programas de reabilitação e, melhor ainda, evitada, desde que haja uma
prevenção adequada.” Sabemos que as principais patologias de alto risco - que podem levar à cegueira - são as cataratas,
o glaucoma , a retinopatia diabética e a degeneração macular. Há, no entanto, pessoas de todas as idades que sofrem
de reduzida acuidade visual, perda do campo de visão – central ou periférica -, perda de contraste, fotofobia, visão distorcida…
E, para aqueles que têm qualquer desequilíbrio a nível dos olhos - por pequeno que seja mas que, de alguma forma,
lhes dificulte o desempenho das actividades quotidiana -, é importante saber que há muita coisa a ser feita.
“Tenho tido resultados muito interessantes ao adoptar uma abordagem inter-disciplinar em que integro a oftalmologia
especializada (tratamentos, recursos ópticos, não ópticos e electrónicos) e as terapias naturais de aperfeiçoamento da visão
pelo método de auto-cura e desenvolvimento cujo objectivo é procurar o bem-estar global de cada pessoa”, afirma
Sylvia Lakeland.

Aproveitar ao máximo a visão


“Melhoramos a visão através de um trabalho integrado de reabilitação, em que profissionais de várias áreas põem em comum
as suas experiências e trocam informações”, acrescenta a terapeuta. Trata-se de “um programa de tratamento holístico, cujos
resultados são controlados durante todo o período do programa e cujo objectivo é permitir aos doentes aprenderem a usar
da forma mais eficaz a visão que lhes resta.” Sylvia Lakeland estará novamente no nosso país de 3 a 15 de Novembro,
para continuar os trabalhos que aqui tem desenvolvido. Os resultados foram “surpreendentes”, dizem algumas das pessoas
que a consultaram e aprenderam exercícios muito simples que ela ensina - não só no Brasil, onde mora, mas noutros lugares
do mundo.

E ainda:
 

Quer ter melhor qualidade de vida?


Sylvia Lakeland chegará a Lisboa vinda directamente do 20º Congresso internacional
de visão holística, a decorrer esta semana em Itália e onde apresentou uma comunicação.
Quem estiver interessado
em marcar alguma consulta e/ou inscrever-se no workshop que irá realizar no dia 12 de Novembro no seminário da
Torre d´Aguilha em Carcavelos (atrás da Brisa), poderá fazê-lo pelo telefone 21 388 58 99 (Rita Jardim ou Manuela).
E convém não deixar para a última da hora… Da última vez que ela cá esteve, foram muitas as pessoas que já não
puderam ser atendidas.
       

   

 

Março, 2005
Maria José Costa Felix, jornalista e astróloga, há mais de vinte anos, autora dos livros Mais e Melhor e
Bem Estar Interior,é colaboradora da Revista Xis, do Jornal Público (Portugal).
Foi publicada a seguinte matéria sobre Visão:
Para imprimir a matéria completa clique aqui

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XIS – OUTRA PORTA
Maria José Costa Félix

CLARIFICAR A VISÃO

O stress afecta-nos a saúde dos olhos. Mas aprender a trabalhar os músculos do corpo, a nos relaxarmos e a respirar bem poderá resolver qualquer problema a esse nível. Tudo o que nos pressione o cérebro provoca em nós um desequilíbrio capaz de nos prejudicar os olhos. E variadas são as situações em que, no dia-a-dia, isso acontece. Passamos a vida cansados, cheios de preocupações, trabalhamos em ambientes artificiais, frequentamos locais barulhentos e poluídos… Vivemos sob pressão, sem nos apercebermos da importância que uma respiração tranquila e profunda tem para a nossa saúde em geral e, nomeadamente, para a dos nossos olhos.
Os olhos ressentem-se com o stress – físico, mental, emocional – porque, ao deixarmos de respirar suficientemente, a circulação nessa zona do corpo passa a fazer-se com dificuldade e não recebem o oxigénio de que precisam.
Um problema a esse nível poderá estar relacionado, por exemplo, com uma tensão no pescoço ou umas costas rígidas.

Arranje tempo para respirar
Na medida em que a vida é movimento, para nos mantermos vivos temos de nos movimentar. E, a nível físico, isso significa ter de trabalhar os vários músculos do nosso corpo.
Quanto menos o fizermos, mais atreitos ficamos a, entre outros males, sofrer dos olhos.
Se não forem exercitados, os inúmeros músculos que usamos para ver vão ficando inactivos, o que cria em nós condições favoráveis para o aparecimento dos mais variados problemas nos olhos: vista cansada, excessiva sensibilidade à luz, miopia, astigmatismo, hipermetropia, presbiopia, estrabismo, dor nos olhos, olhos secos… ou mesmo cataratas, glaucoma, degeneração da retina… Consciente ou inconscientemente desculpamo-nos de que “não temos tempo para tudo”… Podemos, no entanto, arranjá-lo, fazendo, por exemplo, o seguinte:

- No dia-a-dia, optar por andar a pé, mais do que de carro.
- De vez em quando, deixar de olhar fixamente para o computador ou interromper um trabalho que fazemos sentados.
- Ao acordar, adiar as tantas tarefas que, nesse dia, nos esperam e espreguiçarmo-nos bem, ginasticando-nos um pouco antes de partir para “a luta”.
- Ao longo do dia, de vez em quando inspirar profundamente, tomando consciência do ar a entrar por nós adentro e expirar consciencializando-nos de que estamos a expelir lixo que há no nosso interior.
- Habituarmo-nos a tomar consciência de pesos que vamos pondo em cima dos ombros e de como eles, contraindo-nos o pescoço, nos criam dores nas costas e problemas nos olhos.

À saúde dos seus olhos
Ao relaxarmos o nosso corpo – da cabeça aos pés -, movimentamos os nossos olhos que, assim, ficam relaxados. Com vida. Saúde.
E, quanto mais saudáveis eles forem, de forma mais clara veremos não só o que acontece à nossa volta mas também o que se passa no interior de nós mesmos.
Um desequilíbrio a nível dos olhos está sempre relacionado com algum desequilíbrio a outro nível. Poderá ser, inclusive, o facto de haver na nossa vida algo que não queremos ver.
Qualquer que seja a nossa idade e quer (já) precisemos de óculos, quer (ainda) não, o estado de saúde dos nossos olhos pode sempre melhorar, desde que aprendamos a relaxar, a respirar, a movimentar os olhos em diversas direcções, a usar a auto-massagem.
Para que os olhos vão encontrando o seu funcionamento adequado, todo o conjunto neuro-muscular que possuem tem de começar por ser ora relaxado, ora estimulado. De outra forma enrijecem.
E há uma série de exercícios simples que, praticados no dia-a-dia, nos ajudam a fazê-lo. Técnicas que, diminuindo-nos o estado de tensão e mantendo-nos conscientes e alerta, podem não só melhorar, mas recuperar a acuidade visual.
Em várias partes do mundo, existem terapeutas que nos ajudam a fazer este trabalho de importância vital para todos nós. E ainda:

Aperfeiçoamento natural da visão
Sylvia Lakeland , bióloga, professora universitária e especialista em terapias de visão a partir do método de autocura de Meir Schneider, vem regularmente a Portugal atender as muitas pessoas que já conhecem este método e cujos resultados – alguns deles “incríveis” - podem testemunhar. Na sua próxima vinda, além de consultas, irá dar um seminário (no dia 21 de Maio, na Torre d´Aguilha, Carcavelos), para quem quiser simplesmente aprender a aperfeiçoar de forma natural a sua visão ou a resolver qualquer eventual problema grave de visão. O número de participantes será, obviamente, limitado.

Contactos: Manuela – tel. 21 388 58 99;
lakelandsylvia@gmail.com